A causa número um: disco mecânico
Máquina com HD tradicional demora para ligar, para abrir programa e para salvar arquivo, mesmo com processador razoável.
Trocar por SSD é a intervenção de melhor retorno em computador de trabalho. Costuma custar pouco e devolve a sensação de máquina nova em equipamento de anos atrás.
A segunda: memória insuficiente
Quando a memória acaba, o sistema passa a usar o disco como memória, e tudo fica lento ao mesmo tempo.
O sintoma clássico é a máquina que vai bem no começo do dia e piora conforme abas de navegador, planilha e sistema de gestão vão se acumulando.
Programa que inicia junto com o sistema
Cada instalação adiciona algo que inicia sozinho. Depois de dois anos, a máquina carrega uma dúzia de coisas que ninguém usa.
Revisar o que inicia com o sistema é gratuito e costuma devolver tempo de partida.
O que é mito
Programa que promete limpar e acelerar raramente ajuda e às vezes atrapalha. Formatar tudo de tempos em tempos também não é regra: só faz sentido quando há problema real de sistema.
E mais antivírus não deixa a máquina mais rápida nem mais segura.
Quando trocar sai mais barato
Faça a conta com o tempo da pessoa. Se a máquina custa dez minutos por dia de espera, isso é mais de trinta horas por ano.
Quando o custo do upgrade se aproxima de metade do valor de uma máquina nova, e o equipamento já passou de cinco anos, trocar costuma ser a decisão mais barata.
Perguntas frequentes
Vale colocar SSD numa máquina antiga?
Quase sempre vale, desde que a máquina ainda atenda ao que a pessoa faz. É a forma mais barata de estender a vida útil por alguns anos.
Muita aba aberta atrapalha mesmo?
Atrapalha. Cada aba consome memória, e navegador costuma ser o maior consumidor da máquina de escritório.
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