Por que esse número muda a conversa
Discussão sobre investimento em TI costuma travar porque um lado fala de custo e o outro de risco, e risco é abstrato.
Quando existe um número de quanto custa uma hora parada, a conversa vira comparação simples: o que se gasta para evitar contra o que se perde quando acontece.
A parte fácil da conta: gente parada
Pegue o custo mensal da folha das pessoas que dependem daquele sistema, divida pelas horas úteis do mês e multiplique pelo número de pessoas.
É a parte mais fácil e a menos importante, porque costuma ser a menor.
A parte que pesa: receita que não entra
Se a empresa não fatura, não emite nota, não atende cliente ou não entrega enquanto o sistema está fora, essa é a maior perda.
Uma aproximação razoável é o faturamento médio por hora útil. Nem toda venda perdida some, parte só atrasa, mas parte some mesmo.
A parte invisível: o depois
Retrabalho para colocar em dia o que ficou parado, hora extra, cliente que ligou e não foi atendido, e desgaste de imagem.
Difícil de medir com precisão, e por isso costuma ser ignorada. Ignorar não faz o custo desaparecer.
O que fazer com o número
Compare com o custo do que evita a parada: nobreak, backup testado, monitoramento, link redundante, contrato com prazo de resposta menor.
Se uma hora parada custa mais do que um ano de prevenção, a decisão deixa de ser de orçamento e passa a ser de bom senso.
Perguntas frequentes
E se a empresa nunca teve uma parada grande?
O cálculo continua valendo. Ele não descreve o passado, descreve o que aconteceria, e é isso que orienta quanto investir.
Dá para reduzir esse custo sem investir muito?
Boa parte da redução vem de organização: backup testado, procedimento escrito para o que fazer quando cai, e alguém definido como responsável por acionar.
Quer ajuda com isso na sua empresa?
A Dois i Tecnologia cuida disso todos os dias para empresas de São Paulo. A primeira conversa é um diagnóstico, sem custo e sem compromisso.